Vamos falar do CIOT e MDF-e, isso porque o transporte rodoviário de cargas passa por uma transformação importante no Brasil, e quem atua com logística, distribuição ou transporte precisa acompanhar essas mudanças.
Em 2026, com as novas regras da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o CIOT passa a ter um papel ainda mais estratégico dentro da emissão do MDF-e, trazendo novas obrigações fiscais e operacionais para empresas de todos os portes.
Se você tem uma transportadora, distribuidora ou empresa que contrata fretes com frequência, este conteúdo é pra você. Então, a boa notícia é: com as ferramentas certas e processos bem definidos, sua empresa consegue se adaptar e manter a sua operação em conformidade. Acompanhe para entender!
Entenda a relação entre CIOT e MDF-e
Pois bem, o CIOT e MDF-e passaram a caminhar juntos agora, isto é o CIOT é obrigatório em 2026.
Segundo a ANTT, o Brasil movimenta mais de 65% das cargas por meio do transporte rodoviário, o que mostra a dimensão e a importância desse setor para a economia nacional.
O Código Identificador da Operação de Transporte já era exigido em determinadas operações de transporte rodoviário, principalmente envolvendo TACs (Transportadores Autônomos de Carga). Porém, hoje essa integração ficou muito mais rígida.
Agora, o CIOT é obrigatório dentro do MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais). Na prática, isso significa que o emitente do MDF-e deve informar esse código durante a emissão do documento fiscal.
Além disso, a partir de 2026, operações sem CIOT válido ou sem o vínculo correto ao MDF-e podem gerar autuações automáticas de até R$ 10.500 por ocorrência, conforme as novas regras divulgadas pela ANTT.
Logo, essa mudança tem como objetivos:
- aumentar o controle sobre as operações de transporte;
- garantir o cumprimento do piso mínimo do frete;
- melhorar a rastreabilidade das operações;
- reduzir fraudes e irregularidades no setor.
Ou seja, o Código Identificador deixa de ser apenas um registro operacional e passa a integrar oficialmente a validação fiscal do transporte.
Para empresários e gestores logísticos, isso exige atenção redobrada nos processos internos e também nos sistemas utilizados para emissão de documentos fiscais.
Aproveite e veja como escolher a melhor ferramenta que vai te ajudar nesse novo desafio.

CIOT e MDF-e: como gerar o CIOT?
O CIOT e MDF-e exigem agora uma integração muito mais organizada entre contratação do frete, emissão fiscal e gestão operacional. E o primeiro passo para isso é gerar corretamente o Código Identificador.
Agora, vamos ver como gerar o CIOT. Saiba que uma das opções mais conhecidas para emissão do código é a plataforma Repom, autorizada para geração do CIOT nas operações de transporte rodoviário de cargas.
Nesse sentido, o processo para gerar o CIOT costuma funcionar assim:
- cadastro da operação de transporte;
- informações do contratante e do transportador;
- dados da carga, origem e destino;
- definição do valor do frete;
- geração do CIOT.
Depois que esse código é emitido, ele deve ser informado no MDF-e da operação.
Então, empresas que utilizam o sistema da Mercúrio conseguem realizar esse preenchimento diretamente no processo de emissão do MDF-e. Isso tanto pelo Mercúrio ERP quanto pelo sistema Nota 100, tornando a rotina muito mais simples e segura.
O que reduz erros manuais, evita retrabalho e ajuda sua equipe a manter a conformidade com as novas exigências fiscais de 2026. Aproveite e conheça os motivos para ter uma boa ferramenta de gestão.
Como a Mercúrio App pode ajudar seu negócio?
Como podemos ver, o CIOT e MDF-e já fazem parte da realidade operacional de empresas que desejam manter suas operações fiscais organizadas e preparadas para as novas exigências da ANTT e da SEFAZ.
Saiba que a plataforma Mercúrio já está preparada para essa atualização e oferece suporte completo para empresas que precisam emitir MDF-e com o código informado corretamente.
Isto é, com o Mercúrio ERP e o Nota 100, sua empresa ganha:
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| · mais segurança fiscal; |
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Além disso, a nossa plataforma ajuda empresários, distribuidoras e transportadoras a centralizarem processos importantes em um único ambiente. O que facilita a gestão logística e fiscal do negócio.
Ou seja, em um cenário onde as fiscalizações estão cada vez mais automatizadas e integradas, contar com um sistema preparado como o Mercúrio virou necessidade.
Sua empresa está pronta para as novas regras?
Nesse cenário, CIOT e MDF-e representam uma mudança importante para o setor de transporte e logística em 2026. Empresas que se anteciparem terão muito mais tranquilidade para operar sem interrupções e multas.
Assim, essas mudanças não precisam ser um desafio para sua empresa. Com o sistema Mercúrio, você automatiza processos, reduz erros fiscais e mantém sua operação pronta para as exigências de 2026.
Então, evite cometer erros críticos de gestão, ganhe mais segurança, agilidade e controle no transporte de cargas. Se você quer simplificar essa adaptação e manter sua operação preparada para o futuro, vale conhecer as soluções da Mercúrio.
Conclusão
Vimos aqui sobre CIOT no MDF-e, agora sua empresa precisa se alinhar.
Isto é, mais do que cumprir uma obrigação legal, adaptar seus processos significa ganhar eficiência operacional e manter sua empresa competitiva em um mercado mais digital e integrado.
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