Impactos da Reforma Tributária no Simples Nacional: como os sistemas fiscais devem responder?

Hoje, vamos falar da Reforma Tributária e o Simples Nacional. Você já parou para pensar o quanto as micro e pequenas empresas dependem de previsibilidade tributária? Para quem está no Simples Nacional, as mudanças podem alterar custos, competitividade e obrigações.

Neste artigo, queremos te mostrar quais são os impactos mais dessa reforma, como os sistemas fiscais (como ERP, contabilidade etc), precisam estar para manter sua empresa no caminho certo.

Atualmente, o regime do Simples Nacional concentra cerca de 91,9 % das empresas formais no Brasil. E um estudo indica que mais de 70 % das empresas optantes desse regime não vendem ao consumidor final, o que pode gerar desvantagens com a nova lógica tributária.

A Reforma Tributária e o Simples Nacional

Antes de tudo, sobre a Reforma Tributária e o Simples Nacional, antes de adentrarmos nos impactos, é bom relembrar alguns aspectos desse regime de tributação.

Ou seja, o Simples Nacional é uma modalidade tributária simplificada para micro e pequenas empresas que unifica a apuração e o pagamento de diversos tributos federais, estaduais e municipais.

E existe com o objetivo de reduzir a carga burocrática e os custos de conformidade para quem fatura menos.

Ao trazer “a reforma tributária” para o regime do Simples, estamos falando de ajustes possivelmente profundos. A seguir, vamos entender melhor.

Os impactos da Reforma Tributária ligados ao Simples Nacional

Nesse cenário, alguns dos principais impactos Reforma Tributária no Simples Nacional são:

  1. Complexificação da lógica de crédito tributário

No novo modelo, com IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), os tributos passarão a permitir apropriação e transferência de créditos.

Isto é, algo que hoje é praticamente inviável para empresas no Simples, dado que não discriminam tributos por etapa.

  1. Possível pressão para migração ao regime “normal”

Da mesma forma, a reforma propõe que o optante do Simples poderá escolher entre apurar IBS/CBS segundo as regras do Simples ou pelo regime norma. O que abre uma porta para que algumas micro e pequenas empresas migrem para regimes mais complexos.

  1. Menor uso da substituição tributária

E mais, um ponto que traz alívio é que a reforma prevê uma redução significativa da necessidade de substituição tributária para empresas do Simples. Isso pode aliviar custos hoje existentes.

  1. Custos de adaptação, tecnologia e capacitação

A transição exigirá investimentos em tecnologia e sistemas, integração contábil-fiscal e adaptação de processos. Isso para lidar com a nova lógica de créditos, escrituração eletrônica, relatórios e controles internos mais elaborados.

Em resumo, a Reforma Tributária mantém o Simples Nacional, mas altera o contexto em que ele opera.

Como os sistemas fiscais devem responder à Reforma Tributária?

Ainda sobre a Reforma Tributária e o Simples Nacional, saiba que os sistemas fiscais (seu ERP, sistema contábil, automações fiscais) precisam responder de maneira proativa. Vamos ver como pode ser:

  • Mapear quais módulos serão afetados

Primeiro, identificar quais partes do sistema serão impactadas: cálculo de tributos, escrituração, geração de créditos, integração com contabilidade, geração de relatórios de compliance.

  • Discriminação de tributos e controle de créditos

Continuando, mesmo que no Simples não haja discriminação hoje, com a reforma será necessário ter mecanismos para registrar tributos separadamente.

  • Escolha entre regime Simples e o normal para IBS/CBS

Antes de tudo, os sistemas precisam permitir que a empresa simule e opte entre apuração conforme regras do Simples ou via regime normal. Isso com cenários comparativos para ajudar no planejamento estratégico.

  • Atualização das alíquotas e regras de transição

Logo, como haverá um período de transição gradual (com mudanças de alíquota, escalonamento e migração entre tributos antigos e novos), os sistemas devem estar preparados para atualização contínua.

Enfim, se os sistemas não se adaptarem, você (e muitas empresas) podem enfrentar retrabalho, perda de competitividade ou até erros tributários graves.

Como a Mercúrio App pode ajudar sua empresa?

Agora, saiba que a Mercúrio App é uma opção útil e estratégica para empresas que desejam navegar esse período de mudança que vem com a Reforma Tributária, mantendo controle, eficiência e segurança, vejamos:

Atualização e manutenção automática de regras tributárias
A nossa plataforma pode acompanhar as modificações legislativas da reforma e ajustar seus módulos internos para suportar o IBS, CBS e regras transitórias.

Relatórios e dashboards personalizados

Você poderá visualizar, em tempo real, os impactos tributários, projeções de custo, alertas de risco de enquadramento ou migração, e métricas para tomada de decisão.

Integração com ERP e contabilidade

Assim, nossa solução pode se conectar ao seu sistema ERP, contabilidade e outros módulos fiscais para garantir que a informação circule corretamente e sem retrabalho.

Simulações de cenários e projeções

E você poderá simular os impactos da reforma (mês a mês, ano a ano), avaliar qual regime traz menor carga tributária e planejar sua estratégia fiscal com robustez.

Conclusão

Enfim, ao alinhar sua empresa com uma solução especializada como essa, você diminui o risco de surpresas fiscais e ganha previsibilidade em um ambiente legislativo mais incerto.

Conte com nossas soluções para se alinhar a essa nova realidade e tornar sua empresa eficiente, responsável e competitiva. FALE CONOSCO!

 

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